Sintomas e diagnóstico da Policitemia vera
O que causa a Policitemia vera?
Reconheça e acompanhe os sintomas da PV*
*Um subgrupo de pessoas pode ser assintomático ou apresentar sintomas mínimos.8
Considere anotar os sintomas ou usar um diário de acompanhamento para não se esquecer nada.
O caminho até o diagnóstico
Quando isso acontece, seu médico pode encaminhá-lo a um especialista, que poderá solicitar pelo menos um dos seguintes exames:
Um grupo menor de pessoas (~30%) apresenta trombose, acidente vascular cerebral (AVC) ou ataque cardíaco, o que também pode levar a um diagnóstico de PV.10
O que significa alto ou baixo risco na PV?
Grau de risco na PV11
Após o diagnóstico, seu médico o classificará em uma das duas categorias de risco, o que ajudará a definir o seu tratamento.
- Baixo risco: 60 anos ou menos e sem histórico de trombose11
- Alto risco: mais de 60 anos ou com histórico de trombose11
A maioria das pessoas com PV enquadra-se na categoria de alto risco, o que significa que apresentam maior risco de complicações graves da PV. No entanto, mesmo pessoas com PV de baixo risco sofrem com a carga de sintomas da PV — aproximadamente 95% das pessoas com PV de baixo risco relatam pelo menos 1 sintoma.12
Veja como os sintomas da PV podem impactar seu dia a dia
Referências
1. Vainchenker W, Kralovics R. Genetic basis and molecular pathophysiology of classical myeloproliferative neoplasms. Blood. 2017;129(6):667-679. doi:10.1182/blood-2016-10-695940. 2. American Academy of Family Physicians. Polycythemia Vera: Rapid Evidence Review. Am Fam Physician. 2021;103(11):680-687. 3. Ginzburg YZ, Feola M, Zimran E, et al. Dysregulated iron metabolism in polycythemia vera: etiology and consequences. Leukemia. 2018;32(10):2105-2116. doi:10.1038/s41375-018-0207-9 4. Verstovsek S, Harrison CN, Kiladjian JJ, et al. Markers of iron deficiency in patients with polycythemia vera receiving ruxolitinib or best available therapy. Leuk Res. 2017;56:52-59. doi:10.1016/j.leukres.2017.01.032. 5. National Organization for Rare Disorders (NORD). Polycythemia vera. Revised March, 2026. Accessed June, 2026. Available at: https://rarediseases.org/rare-diseases/polycythemia-vera/. 6. Mesa R, Miller CB, Thyne M, et al. Myeloproliferative neoplasms (MPNs) have a significant impact on patients' overall health and productivity: the MPN Landmark survey. BMC Cancer. 2016;16:167. doi:10.1186/s12885-016-2208-2. 7. Mesa RA, Schwager S, Radia D, et al. The Myelofibrosis Symptom Assessment Form (MFSAF): an evidence-based brief inventory to measure quality of life and symptomatic response to treatment in myelofibrosis. Leuk Res. 2009;33(9):1199-1203. doi:10.1016/j.leukres.2009.01.035 8. Grunwald MR, Burke JM, Kuter DJ, et al. Symptom burden and blood counts in patients with polycythemia vera in the United States: an analysis from the REVEAL study. Clin Lymphoma Myeloma Leuk. 2019;19(9):579-584.e1. doi:10.1016/j.clml.2019.06.001. 9. Silver RT, Abu-Zeinah G. Polycythemia vera: aspects of its current diagnosis and initial treatment. Expert Review of Hematology. 2023;16(4):253–266. https://doi.org/10.1080/17474086.2023.2198698. 10. Barbui T, et al. Diagnosis and Management of Cardiovascular Risk in Patients with Polycythemia Vera. Journal of Clinical Medicine. 2023;12(21):6845. 11. Tefferi A, Vannucchi AM, Barbui T. Polycythemia vera: historical oversights, diagnostic details, and therapeutic views. Leukemia. 2021;35(12):3339-3351. doi:10.1038/s41375-021-01401-3. 12. Kuykendall AT, Fine JT, Kremyanskaya M. Contemporary challenges in polycythemia vera management from the perspective of patients and physicians. Clin Lymphoma Myeloma Leuk. 2024;24(8):512-522. doi:10.1016/j.clml.2024.04.003.